Minas com amor

Oi pessoas.

Tudo bem? Já foram até Minas Gerais depois do meu primeiro post sobre lá? Nãão?? Então agora darei mais motivos pra vocês acreditarem que vale a pena ir. Hehehe

Retornei às Gerais no feriado do dia 12/10 para, obviamente, visitar meu lindo namorado. Fiquei 9 dias lá, hospedada em Itabirito e enquanto o Frank trabalhava de tarde, eu batia perna pelo centro da cidade, assistia tv e passava o dia com a minha avó e meu primo. De noite tínhamos a nossa programação: passeio pelo esquecido centro histórico de Itabirito, jogar BeerCards degustando cervejas belgas, assistir filmes, novela, etc.

Bom, vamos ao que  interessa: os passeios turísticos. No dia 12 fomos até a cidade de Brumadinho para visitar o Instituto Inhotim. De Belo Horizonte a Brumadinho são em torno de 72 km pela BR-040 e depois pequenas estradas cheias de curvas, descidas e subidas, mas todas em ótimo estado de conservação e lindas paisagens. Gastamos em torno de 1h e 30 contando com uma parada em Lagoa Dourada, a capital do legítimo rocambole, para… adivinha né, comer rocambole!!! E estava uma delícia!

Eu amei Inhotim. O lugar é maravilhoso e tem uma perfeita combinação entre  jardinagem e arte contemporânea. Mas claro, há coisas que nos encantam mais do que outras, como a incrível coleção mundial de palmeiras e a galeria Sonic Pavilion (aquela famosa por transmitir o som da terra). Há muito o que falar sobre Inhotim, então decidi que farei outro post só sobre este passeio. Aguardem!

Lago de Inhotim

Continuando nosso roteiro, no sábado fomos até São João del Rey para realizar um sonho: andar de maria fumaça! São João fica a 185 km de Belo Horizonte pela BR-040é uma cidade grande e normal com um centro histórico igualzinho o de Ouro Preto. Pelo que eu vi, São João pode ser visitada em 1 dia, na verdade, nós andamos o centro histórico de lá em algumas horas. Não é uma cidade muito atrativa. Chegamos na estação com a ajuda de um GPS e a encontramos fechada. Até pensamos que estávamos no lugar errado, mas  acontece que a estação só abriu as 13h. O trem vai até Tiradentes, num percurso de 12 km, e sai em dois horários: 10h e 15h. O valor ida e volta é R$ 50,00 ou meia R$ 25,00, mas também há a possibilidade de pagar só a ida (R$30,00) e voltar de van. (Saiba mais sobre os trens turísticos).O passeio é lindo… passamos por paisagens bonitas e em cada curva feita colocávamos a cabeça pra fora para ver a locomotiva lá na frente. Fui cantando Clube da Esquina na minha cabeça e ouvi coisas emocionantes neste passeio, uma delas foi o apito do trem e a outra… (segredo!).  Foi inesquecível!

Chegamos em Tiradentes quase as 16h, assistimos a virada da locomotiva no viradouro original da estação e partimos para o centro histórico da cidade.  A cidade é uma gracinha e estava bem movimentada. Não tínhamos muito tempo para visitá-la pois o trem para São João saía as 17h. Mas deu tempo de andar e almoçar tranquilamente. Pegamos a estrada de volta para Itabirito, onde chegamos por volta das 22h.

Virando a locomotiva

O trem que chega…

…é o mesmo trem da partida.

O domingo foi caseiro, mas o finalizamos em grande e delicioso estilo em Ouro Preto. Pra começar, uma caminhada nortuna e depois uma pizza hiper deliciosa na pizzaria O Passo, acompanhada do vinho Uxmal Alto Carmenére 2010, lá de Mendoza, um dos nossos próximos destinos.

No que me restava de semana ainda, aproveitei uma fresca tarde de Ouro Preto para fazer um passeio pelas ladeiras da cidade. Até quase me perdi. E cansei. Muito. Como nenhuma viagem pode acabar sem graça, minha última noite em Minas foi em uma animadinha “Quartaneja”. Isso mesmo, eu e Frank fomos até OP para uma baladinha semanal de música sertaneja. Pude conhecer de perto os jovens ouropretanos. Foi legal!

Ouro Preto

Mas legal mesmo foi a minha companhia desses meus dias mineiros… #Sódizendo

E só dizendo de novo, já estou marcando minha próxima ida pra lá. Aôôh saudade de Minas Gerais!

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Conhecendo o tão falado Costa do Sauípe

Oi gente,

Chegou a hora de contar sobre minha segunda experiência em resort, dessa vez no hotel Sauípe Fun do  Complexo Costa do Sauípe, lá na Bahia. (Quer saber sobre minha primeira vez em resort? Aqui ó)

Fui com a Janaína e o André, meu irmão, na data de 28 de setembro a 01 de outubro desse ano. A viagem foi longa pois fizemos escala em Confins e na volta escala em Congonhas, mas tendo companhia as escalas não ficam tão chatas né?! E nada melhor para distrair do que as livrarias dos aeroportos… o duro é resistir a vontade de comprar livros. Eu nunca resisto. Chegando em Salvador, fomos recebidos pela equipe de transfer do resort e partimos para o hotel que fica a mais ou menos 1h e 30 do aeroporto.

No primeiro dia, com chuva, fomos andar pelos outros hotéis (Sauípe Class, Kids, Club, Tenis, Premium, Park e Vila Nova da praia).  A área inteira do complexo, desde a portaria até o Club, que é o último hotel, dá cerca de 5 km. Não andamos tudo isso neste dia, mas a caminhada pelas piscinas e pela beira da praia foi bem longa e cansativa, ainda mais porque ventava muitíssimo, então dormimos cedo. O apartamento era bem arrumadinho, ficava no 4º andar de frente para o Sauípe Kids,  com varanda espaçosa, banheira, cama super king size, tv a cabo, lençóis e toalhas bem limpinhas. Em comparação com o apartamento do Grand Palladium Imbassaí, o do Imbassaí é bem melhor, pois tem uma estrutura de móveis mais funcional, dá pra ver tv da banheira e  é mais moderno, só a cama que não era tão gostosa como a do Sauípe.  Ah, neste primeiro dia encontrei com minha tia no restaurante do hotel. Ela mora em Buenos Aires e foi passar uns dias no Sauípe com o marido e filhos, e foi muita coincidência a gente se encontrar lá. Se programasse, não daria certo.

No segundo dia, experimentamos o café da manhã. Falando nisso, vou comentar sobre a comida do hotel:  só há um restaurante incluso no serviço all-inclusive, que era o qual a gente comia todo dia, porém tínhamos direito de marcar um jantar all-inclusive em um dos  outros restaurantes do complexo (Japonês, mexicano, baiano e italiano), e marcamos no japonês, que eu não gosto mas fui… tinha yakissoba. O Imbassaí tem mais opções de restaurantes e de comida (o buffet era enorme), porém a comida do Sauípe é mais gostosa. O serviço de bar do Sauípe Fun é meio ineficiente: não tem bar na praia, o bar da piscina só abre as 10h da manhã e as opções de bebidas nos bares em geral são fracas. Bom, neste segundo dia nós fomos fazer aula de tenis, pegamos as bicicletas e pedalamos pelo complexo, passando pelo campo de golfe (me mandaram sair de lá porque estava tendo campeonato), fazendinha e pelo parque náutico. A tarde fomos para a praia e piscina. As opções de atividades são bem diversas, por isso o Costa do Sauípe é tão procurado por famílias com crianças (e realmente só tinha família com crianças lá). O hotel disponibiliza de graça 1 hora de qualquer atividade/serviço em horários programados, por exemplo: o tenis para iniciante era sábado e segunda, das 10 as 11h; a bicicleta ficava disponível das 10h as 17h; 20 minutos de pedalinho e caiaque no lago, etc. Para fazer/usar mais do que o tempo estabelecido, tinha que pagar. O segundo dia foi finalizado, pela Janaina e André, na boate, e por mim, na cama.

Terceiro dia… acordamos as 6h da manhã e fomos para a praia e  piscina aproveitar o sol que apareceu. A tarde fomos de bicicleta até o parque náutico e andamos de pedalinho (ou como preferimos chamar: Pato) e de caiaque (perdemos na corrida contra um casal animadinho). Para facilitar a vida dos hóspedes, há micro-ônibus dentro do complexo, um que passa pelos parques temáticos e outro pelos hotéis, são gratuitos e passam de 15 em 15 minutos. Pegamos um desses e fomos até a fazendinha para fazer um passeio a cavalo pelas dunas e restinga preservada. Este passeio foi pago (promoção pague 1 leve 2), durou cerca de meia hora e tivemos um guia. Janaina no Dinheiro e eu no Amarelinho peidorreiro… hehehe. É verdade, ele soltava muito pum… é por isso que o Dinheiro não queria ficar atrás dele. O passeio foi muito legal!!

Nossa temporada estava chegando ao fim (snif snif) e por isso acordamos muito cedo no quarto dia. Nosso transfer para o aerporto saía as 11h, e tínhamos que aproveitar ao máximo até as 10h. A manhã foi de praia e piscina para tentar pegar o último bronze.

Em geral, o Costa do Sauípe perde pro Grand Palladium Imbassaí. Em questão de atividades e paisagem, não; mas em questão de conforto, beleza, serviços, estrutura física e até mesmo a praia, sim. O Costa já teve seus momentos de glória e fama, hoje em dia não passa de um resort normal e antigo.  A praia Selvagem do Sauípe Premium, que não é usada por hóspedes, estava imunda com restos de lixo e até mesmo com galinhas depenadas e lixos supostamente de macumba.

Para quem não importa com serviço all-inclusive, as pousadas da Vila Nova da Praia são boas opções. A Vila é… uma vila quase que cinematográfica que possui restaurantes, lojinhas, shows a noite e pousadas. É bem legal. Quem procura diversão para os filhotes, o Sauípe Fun é a melhor opção: tem a melhor praia, o espaço Kids é do lado do hotel, a Vila é bem pertinho e a piscina está em bom estado. Agora, você que procura um bom programa a dois, o Grand Palladium Imbassaí é a melhor opção (até agora).

piscina do Fun

ventania na beira do mar

passeio a cavalo

caminhada matinal pela praia

atividade na piscina

Vila da Praia

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Ser Minas tão Gerais

Depois de muito tempo escutando os mineiros do Clube da Esquina, de ouvir meu pai falar de Minas com tanta paixão, de ouvir o André falando sobre Ouro Preto, e depois de muito tempo sem ver os parentes de lá, resolvi passar uns dias nas montanhas. Fui em julho deste ano e permaneci por 16 dias. Minha primeira parada foi em Itabirito, onde mora minha avó, tias e primos. Logo que cheguei estava acontecendo o JuliFest, uma festa tradicional da cidade com shows nacionais e locais, concursos da casinha mais bonita e gastronomia mineira. Adorei a festa!!! Estava tudo lindo, as casinhas muito bonitinhas e o pastel de angu arrasa na gostosura. Lá conheci os amigos do meu primo e… bom, foi uma noite muito especial e surpreendente.

Depois de 3 dias em Itabirito parti para Ouro Preto. Lá fui recebida e hospedada pelo André no seu sítio na Chapada. A Chapada é um vilarejo de OP que fica a uns 16 km da cidade, no mesmo caminho de Lavras Novas,  e que possui uma igrejinha e algumas casas em volta. É um lugar lindo, uma gracinha, e o sítio é uma delícia (bem assim). Sabe qual foi uma das melhores coisas dessa viagem? O frio! Finalmente pude desembrulhar meus casacos grossos e usá-los sem medo de ser feliz (nem de sentir calor). E outras melhores coisas: ficar no sítio de pernas pro ar, bebendo, comendo, altas conversas e muita música boa, mato, rio ou “córguinho” na beira da casa, couve do quintal, amigos, farra, fogão a lenha, muitos cobertores na hora de dormir, criança e choconhaque pra esquentar. Passamos mais tempo no sítio do que na cidade.

Amei Ouro Preto. Achei a cidade linda, o clima é tudo de bom (exceto a época de chuva né?!), e as pessoas de lá que eu conheci são bem bacanas. O que atrapalha um pouco o passeio é ter que dividir as ladeiras de ruas e calçadas estreitas com um monte de carros e pessoas. Como o centro comercial da cidade é no centro histórico, não dá pra fechar o trânsito nas ruas, mas podia-se pensar uma forma de melhorá-lo. E outra coisa que reparei é no estado de conservação de algumas igrejas, por exemplo a do Rosário, que está muito feia por fora. Acho que está na hora de dar umas restauradas por lá. Demos umas caminhadas pela cidade e pude conhecer o centro histórico e suas principais ruas, a Igreja São Francisco, o museu da escola de farmácia, o Barroco, ou como é mais conhecido Bar da Coxas, e realmente as coxinhas são deliciosas e super-indico o pastel português de queijo de lá. Tudo de bom!

Nos finais de semana eu partia para Itabirito e lá tive passeios noturnos muito legais na companhia do meu primo e do Frank. Fomos para o Cristo a noite beber vinho, ver estrelas e olhar a cidade de cima. Também fomos até o vilarejo São Gonçalo do Bação, onde acontecia um festival de inverno. Esta noite foi linda, reunimos uma turma com voz e violão e fomos para uma casa de onde assistimos, ao som de Milagre, um nascer do sol inesquecível.

Essa minha viagem para Minas Gerais foi uma descoberta de paixões: me apaixonei por Minas e suas montanhas, seu povo e seu clima.  No sítio conheci o Rafaello, o melhor bombom do mundo. Em Itabirito tomei o melhor sorvete de framboesa do mundo, da sorveteria Salada. E em uma noite (aquela mesma tão especial e surpreendente), na qual não havia intenções nem expectativas, eu conheci o Frank, um homem incrível que topou ficar comigo mesmo havendo a distância, que me mostrou ser a melhor companhia para novas aventuras, conversas, sonhos, planos e tudo mais que viveremos daqui pra frente.

Claro que já voltei em Minas depois dessa ida né?! Não tem como ficar longe de lá. Quem não conhece, vá conhecer… vale a pena. Mas não esqueça o tênis, pois as ladeiras…

Bão, o trem já tá vindo, vamos partir!

Igreja São Francisco

Ouro Preto

Antiga estação de Itabirito

JuliFest

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Vamos por mar… parte 2

Conforme explicado no post anterior, nessa parte 2 irei falar sobre os destinos visitados na viagem de cruzeiro, e foram as seguintes: Montevidéu, Buenos Aires, Punta del Este e São Francisco do Sul.

Depois de sair de Santos, navegamos por 3 dias em alto mar e chegamos em Montevidéu – Uruguai. Passamos um dia lá e foi suficiente para conhecer diversos pontos. Fizemos um  city tour, passando por: Plaza Independencia, Teatro Solis, Palacio Legislativo e Rambla de Montevidéu. Fomos com uma excursão do cruzeiro, acompanhados de uma guia uruguaia (que ama tanto o Brasil a ponto de saber mais daqui do que nós mesmos), e recebendo todas as informações de cada ponto. Depois fomos para a Bodega Bouza, uma vinícola maravilhosa, onde fizemos uma visita guiada pelas parreiras, locais de preparação e armazenamento do vinho, coleção de carros antigos e finalizamos com uma degustação de vinho branco, tinto e rosé, acompanhados de frios e pães regionais. O lugar é muito lindo (tem plantação de pêra!!!), com bom atendimento e os vinhos, claro, deliciosos! Este foi o último ponto da nossa excursão, então voltamos para a cidade e fomos para o Mercado Del Puerto, um lugar muito interessante que possui lojas e restaurantes de parrillada (tradicional churrasco uruguaio).  Lá ganhamos uma degustação de cervejas  artesanais uruguaias, deliciosas, além de provar a Zillertal. Quando já estávamos mais pra lá do que cá, imaginando se íamos conseguir subir a escada do cruzeiro, resolvemos comer uma picanha para rebater. E que Picanha!!!! Até hoje não comi uma melhor!

Copacabana de Montevideo

Parreiras da Bodega Bouza

Cervejas artesanais

Partimos do Uruguai para a Argentina – Buenos Aires. Lá ficamos por dois dias, o que facilitou para conhecer mais coisas. No primeiro dia fomos andar pela cidade, do porto até o centro é perto. Tivemos um pequeno problema, pois não trocamos nossos reais no porto, e na cidade as casas de câmbio só trocam se apresentar identidade, e o navio retém nosso documento a viagem inteira. Ou seja, andamos o centro todo atrás de um banco que eu pudesse sacar dinheiro e um restaurante que aceitasse Real. Achamos um na Avenida Corrientes que tinha a comida fria, as carnes duras e água mineral da Argentina é muito ruim. Após muita caminhada calorenta, conseguimos pegar um Buenos Aires Bus, que é uma forma muito boa e barata para se conhecer a cidade. Tem que começar cedo para que dê tempo de descer um vários pontos. Nós pegamos muito a tarde então só conseguimos passar pelo Palermo, San Telmo e descer no Caminito, que é uma gracinha. Lá assistimos tango, tomamos chopp e compramos alfajores e doce de leite Cachafaz (que é bem melhor que o Havana). A noite fomos para o Tango Porteño, que não é tão bonito quanto se espera, o vinho era ruim e a comida estava boa. O jantar veio rápido, mas o espetáculo demorou muito pra começar, eu e outras pessoas dormimos sentadas no meio do show. No segundo dia fomos de excursão para um passeio de barco pelo Delta Tigre, e que foi bem legal. Na ida até lá, passamos por San Isidro e outros bairros (as casas de Buenos Aires são lindas) e por uma pequena estação de trem. Voltando ao Porto Madero, eu tinha que matar minha curiosidade de conhecer o Palermo, então fomos até lá de táxi. Me encantei com o bairro e pude comprar umas coisinhas diferentes.

Obelisco

Casa no Delta Tigre

Caminito

Chega de Argentina e o navio rumou para o Uruguai de novo, Punta del Este. Para chegar até a praia fomos de lancha, pois o navio não chega até a margem, lá nos juntamos a mais uma excursão e fizemos um city tour geral, passando por pontos turísticos como: Praia mansa, praia brava, ponte Leonel Vieira (o motorista foi com emoção), La Mano, Beverlly Hills e Bosque, esquina 4 mares (que é muito curioso!), Conrad Hotel e, pra finalizar, Casa Pueblo, que é bonita, mas eu esperava que o espaço interno para visita fosse maior. Alguns pontos de Punta del Este me lembrou Florianópolis, e passamos por lugares rurais muito bonitos. Depois desse passeio todo, fomos para a praia mansa terminar o dia no sol e tomando banho de mar. Nos disseram que a água era gelada… mas não estava, nem um pouco. Ficamos boiando por horas na calmaria da maré.

Chegando na margem de Punta

Monte com telhado

Casa Pueblo

Infelizmente nossa viagem estava quase no fim e só faltava visitar SC. São Francisco do Sul é bem bonitinho, possui um centro histórico pequeno e arrumado, que conhecemos caminhando, é uma cidade limpa mas algumas ruas tinham um cheiro ruim, e tem uma estrutura turística bacana. Conseguimos bem fácil um transfer para a Prainha, que se localiza um pouco distante do centro, e na ida passamos por um mirante. É uma praia muito gostosa, com mar calmo e água morna, e com um restaurante que serve uma porção de camarão e bolinhos deliciosos! Valeu a pena ir até lá.

Atração em São Francisco

Prainha

Depois tivemos mais um dia de navegação e chegamos em Santos. Foi muito bacana visitar essas cidades, e conclui que não preciso voltar em Montevidéu, Punta e São Francisco, mas Buenos Aires me aguarde, um dia retornarei!

Arrivederci amigos e até o próximo cruzeiro!

Fui!

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Vamos por mar… Parte 1

Finalmente vou postar sobre uma viagem inesquecível: minha primeira vez em um cruzeiro marítimo. Só pra informar: eu adoreei!!

Fui com a Janaina, pra variar, pela empresa MSC Cruzeiros, no navio Armonia. Nosso roteiro foi de 9 dias, saindo de Santos-SP, passando por Buenos Aires, Montevidéu, Punta Del Leste, São Francisco do Sul-SC, e voltando por Santos novamente. E com direito a 4 dias de navegação em alto mar.  Bom, nessa primeira parte eu vou falar sobre o navio, e deixarei a segunda pra falar sobre os destinos e passeios que fizemos.

O navio é incrível. Tudo lindo, bem decorado, bastante glamour, e com ótima limpeza. É enorme também (se no Armonia a gente se perdeu e só depois de 4 dias achamos o Spa e o Salão de beleza, pensa a gente em um Oasis of the seas?!). Nós ficamos em uma cabine dupla, a 9212, pequena mas muito confortável. Para café da manhã, podíamos optar entre dois restaurantes: um à la carte e outro com buffet. O a là carte era mais gostoso porque tinha panquecas e waffles.  Para almoço, havia duas opções também: o buffet interno e o buffet da piscina. O interno era completo e com comidas variadas, já o da piscina oferecia pizza e itens para cada um montar seu próprio sanduíche. A gente só comia nele, porque era do lado do bar. Esse buffet da piscina funciona o dia todo e serve frutas também, então a gente lanchava batata frita todo dia. Já o jantar era designado antes mesmo do nosso check in no navio, com o restaurante, o turno e o número da mesa. O nosso era o Marco Polo, turno das 22:00 na mesa 154. O mais legal disso é que na nossa mesa sentaram outras pessoas, então convivemos com o mesmo grupo durante toda viagem, que eram: A senhora Flora (éé, 2 Floras na mesma mesa) e seu marido Alaor, e sua amiga Dora; e  a Família Toledo, com o pai Sérgio, mãe Marilene, filho Sérgio e filha Bruna. Todos hiper legais!! Foi maravilhoso conhece-los e compartilhar essa viagem com pessoas bacanas. Pra finalizar a parte de alimentação, digo que o café da manhã era bem sem graça, o almoço até gostosinho, mas o jantar era delicioso! Pratos à la carte com serviço a francesa e bem refinados! Ah, não posso esquecer de falar do café preto do café da manhã e da cafeteira da piscina: fraco até falar chega. A gente tinha que tomar o do bar, que era espresso e menos ruim.

Agora vamos falar das atrações e recreação. Era o dia todo e a noite toda com coisas para fazer. A equipe de animação era muito divertida, e nem o sol super quente impedia da galera ficar dançando na beira da piscina e participando dos jogos. A noite era no teatro, com apresentações diversas e uma equipe de dança, canto e atividades circenses hiper profissional. Também tinha o casino, karaokê, bingo e a boate Starlight Disco. aaaah, aquela boate…  Melhor não comentar, né Janaina?! hehe

No geral, os serviços do navio são de primeiríssimas, com ótimo atendimento desde as camareiras até os oficiais. Todos os passageiros são bem tratados, e cada um pode escolher se quer se divertir ou descansar.

Pra mim, vale a pena passear de cruzeiro, não pelos destinos, porque ele ancora só por um dia em cada porto (em Buenos Aires ele ficou 2), mas pelo navio e seus serviços. Foi lindo, conheci muita gente bacana, alguns mantenho contato, como a Família Toledo e o querido Nicola. Tô louca pra fazer o próximo!

Bene Grazie e arrivederci!

Armonia

café da manhã

turma do jantar

Glamour e diversão

Ajudante de alongamento

saindo do porto

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Minha primeira viagem técnica

Opas,

Estou um pouco off né, mas hoje estou de volta e vou contar como foi a minha primeira viagem técnica. Onde? 3ª Salão do Turismo Roteiros do Brasil 2008. Em São Paulo – SP de 18 a 22 de junho de 2008, no Anhembi. É um evento promovido pelo Governo Federal por meio do Ministério do Turismo, para a  mobilização, promoção e comercialização de roteiros turísticos do Programa de Regionalização do Turismo – Roteiros do Brasil.

Eu estava no 2º ano da faculdade e o Sebrae estava montando um grupo com representantes de diversos destinos turísticos de Goiás, que teve seu stand no Salão. De Pirenópolis foram diversos representantes do trade turístico, o Secretário de Turismo da época, e o pessoal da GoiásTurismo. Fui meio de intrometida, mas me coloquei como representante da turma de Turismo da UEG. Fomos de ônibus, daqueles de dois andares bem confortável, e chegamos muito bem em Sampa. Lá nos hospedamos no centro da cidade, na rua de cima do famoso cruzamento  Ipiranga com São João. O hotel era ótimo, bem localizado e com boa estrutura. Só que longe do Anhembi, assim o ônibus saia as 12:00h do hotel para a feira e retornava as 20:00h. O duro era ficar lá até as 20h… nada que 16 reais não pagasse o táxi de volta a hora que eu quisesse.

De manhã juntávamos o pessoal e íamos passear: 25 de março, Mercado Municipal, Av Paulista, Liberdade, Sé, Bom Retiro… e eu fui a guia! Foi bem divertido, em plena 25 de março encontrei minha sósia. Juro, olhar para ela era como me olhar no espelho, hehe. Passávamos o dia no Salão e a noite íamos para a São João. O hotel ficava bem pertinho do Bar Brahma, que teve eventos fechados e quando não teve, não havia vaga nem pra respirar. Então, toda noite bebíamos e jantávamos no bar do lado.

Nunca tinha ido em uma feira de turismo muito menos em um feira daquele porte. A estrutura estava linda: os stands, separados por região, e cada região por seu estado. Cada um tinha suas próprias atrações culturais, e que aconteciam também pelos corredores da feira para chamar mais atenção. Os stands mais animados eram o do Sudeste e do Norte. O mais gostoso de degustações era do Nordeste; e o mais bonito de pessoas, era o Sul. O centro-oeste era o nosso, que estava muito bonito e tinha como atrações os cavaleiros mouros e cristãos, das Cavalhadas de Pirenópolis, o pessoal da Procissão do Fogaréu, de Goiás, o moço que cria Jibóias do MS. Não me lembro das outras, mas havia mais.  Além dos stands, tinha feira do produtor rural, Vitrine Brasil com artesanatos, praça de alimentação com um prato típico de cada estado, palco para shows, salas de rodadas de negócios e diversas palestras. Uma ótima oportunidade para quem já está na área e para quem está apenas começando.

Enquanto acontecia o Salão no Pavilhão de exposições do Anhembi, na outra parte do parque havia a feira de comemoração do centésimo ano de imigração Brasil – Japão. Fui até lá conhecer e adorei. A exposição estava muito bonita, com diversas atrações e fiquei encantada com um lado da  cultura japonesa que eu não conhecia. No sambódromo teve desfile com participação especial de autoridades japonesas. Foi muito legal e com certeza a Liberdade ficou vazia neste dia, porque lá estava lotado.

Bom, eu zanzei muito pelo Salão do Turismo. Conheci tudo e todos e um pouco mais. Aprendi muito sobre diversos lugares, me divertia com as personagens folclóricas e tradicionais de cada região e me deliciei nas degustações gastronômicas. Eu andava com um bloco de notas e ia anotando os destinos mais atraentes para viajar e suas características, fazendo um resuminho de cada stand. Perdi esse bloquinho, infelizmente, mas me lembro de alguns desses destinos: Serra Gaucha, Chapada dos Guimarães, Fernando de Noronha, Belém e Cidades Históricas de Minas Gerais. Aos poucos conhecerei cada um destes lugares.

Fotinhas do Salão pra vocês. Bye bye queridos =**

 

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“Já era agosto quando acordei na praia…” em Salvador!

Bom dia gente,

Ontem eu estava escutando António Zambujo, um cantor de fado, português claro, e que eu gosto muito, quando chegou na música Guia, que tem essa frase do título do meu post, e que eu a identifico com a minha viagem para Salvador, porque pela primeira vez fiz uma viagem de lazer para a praia em pleno agosto. Hehehe. E vou contá-la agora.

Fomos eu, Janaina e Janderson, irmão da Nina, comemorar o niver dela em grande estilo em um Resort. Eu e Janderson fomos de Goiânia e encontramos com a Nina em Salvador, que estava em Fortaleza antes. Fui com a Webjet e odiei. A minha poltrona era velha e com o assento já afundado e que fazia nhec nhec. Horrível. No primeiro dia, 12 de agosto de 2011, fomos para o Pelourinho. Ficamos lá 1 noite hospedados em uma pousada. A pousada não era das mais ruins não. Se localizava em ótimo lugar, nosso apartamento tinha janela para a Baía de Todos os Santos, visu… o quarto era limpinho… mas o café da manhã, decepção. Muito ruim. Tínhamos só metade do dia para visitar o Pelourinho, e claro, não deu tempo de visitar tudo. Fomos ao Mercado Municipal, a Igreja São Francisco, Elevador Lacerda (que é muito sem graça…), almoçamos em um restaurante bem gostoso por ali mesmo, com uma tábua de carnes deliciosas e uma pimenta que quase me matou.

Eu não tive boa impressão do Pelourinho, achei tudo muito mal cuidado, e depois o taxista me explicou o porquê (Regras do Iphan e a falta de interesse ou recurso dos proprietários do casarões), muita gente esquisita… uns rapazes se fingindo de guia, uns malinhas querendo vender tranqueira, muito mendigo… não dá pra caminhar tranquilo. E a cidade baixa? um fedor de veneno insuportável e muito lixo na rua. Mas, mesmo com esses fatores, tenho vontade de voltar no Pelourinho para conhecer o resto e gostei de alguns bairros de Salvador.

Partimos para Mata de São João, um município baiano que agrega Imbassaí, o local do nosso Resort, com uma empresa de traslados turísticos, a Baiano Turismo, e que super-indico, fizeram o serviço muito bem. Chegamos no Resort Grand Palladium Imbassaí, um lugar lindo, bom atendimento e boa estrutura. Eu particularmente não gostei da comida, era bem variada, mas achei tudo o mesmo gosto. A praia era deliciosa, havia um bar e restaurante, muitas camas e espreguiçadeiras, tudo para passar o dia. O melhor foi o serviço All-Inclusive de bebidas. hehe.. bebemos muitaaa água de coco. (E também espumante, cerveja, batidas). Bom, não preciso falar sobre o resort todo e que aproveitamos cada minuto da nossa estada lá. O que não falta é coisa pra fazer e hora pra descansar. Eu e Janaina até ganhamos, dos instrutores de recreação da piscina, o apelido de “As Indignadas”. Hahaha. Por conta de uma brincadeira em que 2 hóspedes tinham que beber vodka e depois um copo muito grande de cerveja. Foi bem divertido.

Uma pena que nossa viagem só durou 4 dias, mas pelo menos comemoramos o niver da Nina em alto estilo, com muito sol e mar. Foi Delicioso!

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